História

Antes de tudo
Em 2004, num acampamento para crianças da MEUC em que a Pri estava participando (na época com 12 anos), o Rúben (com 17) apareceu no sábado arrasando corações para fazer um show com a Banda Pescadores. No final do show, a Pri (que curtiu a música e o tecladista) foi pedir um autógrafo e uma foto de acompanhamento.


O princípio
Dois anos e meio depois, Rúben estava no escritório do Moriah trabalhando num dos panfletos de divulgação do acampamento. Resolveu procurar umas fotos pra enfeitar. No meio dos arquivos encontrou imagens do Encontrão de Famílias que havia acontecido no carnaval de 2006 (onde ambos estavam, mas nem chegaram a se falar). A Pri aparecia em algumas das fotos, mas o Rúben nem lembrou quem ela era. A questão é que no dia seguinte, a Pri (por algum motivo do além) convidou o Rúben para ser seu amigo no Orkut . O Rúben – que é crítico para aceitar pessoas no Orkut – lembrou dela nas fotos do dia anterior e aceitou o convite. E é aí que a história começa de verdade.

O rolo
O Rúben resolveu dar uma boa olhada no Orkut da Pri. Achou fantástico o que estava escrito lá – fazia tempo que ele não via uma menina cristã que “aparentava” ser tão bacana. E as fotos! Caramba, que beleza! Não deu pra escapar. O Rúben começou a babar se interessar. E só olhar as fotos já não era suficiente – tinha que existir um motivo pra conversar.

O motivo apareceu quando o Rúben viu que ela estudava no Colégio Martinus (Escola Luterana) em Curitiba. Ele já havia tentado divulgar o Moriah lá algumas vezes, mas nunca com êxito. “A Pri, estando lá dentro, poderia ter mais facilidade”, pensou ele. Por isso, o Rúben adicionou ela no Messenger pra levar um papo e ver se ela estava disposta a ajudar.

Então começaram as conversas. 5 minutos no primeiro dia. 15 no segundo. 30 no terceiro. Do quarto dia em diante, não menos que 5 horas. O Rúben percebeu que ela não só aparentava ser bacana, mas era muito mais do que isso. A Pri achava ele incrível, mas quase parecia bom demais pra ser verdade. No meio das conversas, a Pri achou a bendita foto de anos atrás, comprovando que a afinidade já era mais antiga do que se imaginava. Aí já rolava um sentimento, mas ninguém queria dar o braço a torcer.

A cara de pau
Numa das intermináveis conversas no Messenger, a Pri num ato insano convidou o Rúben pra passar uns dias na praia com sua família. Em sã consciência o Rúben nunca aceitaria – tinha conhecido a menina há dois meses, nem sabia quem era sua família, não gostava de praia e tinha horror a viagens. Mas foi.

Ele não acreditava que ia fazer isso. Nem ela imaginou que ele iria aceitar o convite.  Ainda ninguém tinha adimitido, mas era ridículo tentar esconder.

Uma amizade colorida
Na praia, enfim, as declarações começaram. Uma semana inteira de conversas melosas. Tudo enfim foi escancarado. Porém, havia uma Temporada do Acampamento Moriah no caminho. Resolveram prolongar o tempo de “amizade” até o final da temporada, apesar da insistência da Pri. E assim foi.

No dia primeiro de fevereiro de 2007, quando a Temporada estava terminando, o Rúben fez o pedido. Que lindo o primeiro beijo! E que alívio, agora dava pra admitir o romance.

O namoro e o noivado
Foram 2 anos incríveis de namoro, inúmeras viagens entre Mafra e Curitiba, acampamentos, estudos, Kombi, trabalho e muito amor :)

No início do terceiro ano, a coisa ficou oficialmente séria. O Rúben estava na praia com a Pri (de novo), e fez o pedido de casamento. Ela, é claro, aceitou!

Então veio 2009, cheio de sonhos e preparativos. Um ano inteiro de correria atrás de coisas para a festa, móveis para a casa e lugar para morar. A Pri fez vestibular (e passou), o Rúben está nos finalmentes de sua faculdade de teologia, e há muito trabalho a ser feito no Acampamento Moriah em Mafra, onde vão viver a partir do casamento.

A festa você confere dia 27 de fevereiro, e o resto da história continuará pertencendo a Deus (como pertenceu até aqui).